Wolney França visita indústria Dore e destaca desenvolvimento

COMÉRCIO: Acompanhado de Marcelo Noronha, diretor administrativo da Câmara Municipal de Parnamirim, o vereador foi recebido pelo diretor executivo da empresa, Walter Júnior. A indústria é referência no Brasil na produção de refrigerantes.

De acordo com o Novo Caged (Cadastro de Empregados e Desempregados) do Ministério da Economia, o município de Parnamirim, encontra-se na 2ª posição no estado no que concerne à área de Emprego & Renda. Buscando alavancar ainda mais esse cenário, Wolney França tem estabelecido uma relação com as empresas parnamirinenses, como forma de melhorar a política de empregabilidade na cidade com o apoio do poder público.

Convidado pelo empresário Walter Byron Dore Júnior, o presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, Wolney França, acompanhado pelo diretor geral do Poder Legislativo, Marcelo Noronha, visitou na tarde da quarta-feira (12/11), a indústria de refrigerante mais antiga do Nordeste e uma das primeiras do Brasil. Durante a reunião, Dore Júnior falou um pouco da trajetória de empreendedorismo do seu pai, da evolução da empresa nos últimos anos, do crescimento que a Dore obteve na pandemia e dos investimentos que estão sendo realizados para alavancar ainda mais a produção dos produtos Dore no nordeste brasileiro. Em 2021, a Dore completou 110 anos de fundação.

Wolney França após a visita conversou com o jornalista Genilson Souto e disse que a Dore é um exemplo de empreendimento vitorioso, principalmente porque a cada dia procura inovar, investindo em novas tecnologias. “Seus diretores apostaram e continuam apostando no potencial de Parnamirim”, destacou o vereador, ressaltando que “são por investimentos como esse que o seu mandato tem lutado para trazer para o município”.

JORNAL DO ESTADO: O SENHOR FEZ UMA VISITA NA TARDE DE HOJE A DORE REFRIGERANTES QUE NESTE ANO DE 2021, COMPLETA 110 ANOS DE FUNDAÇÃO. O QUE CHAMOU MAIS A SUA ATENÇÃO?

Wolney: Que a empresa continua se reinventando e crescendo na sua produtividade, gerando assim mais renda para os munícipes, fomentando a economia local.

JORNAL DO ESTADO: O QUE ESSA DATA REPRESENTA PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA, POIS A EMPRESA É UMA DAS PIONEIRAS NO SETOR?

Wolney: Complementando o que falei anteriormente, representa a força da indústria que gera emprego e renda, é mais desenvolvimento para o município.

JORNAL DO ESTADO: COM SEDE NO MUNICÍPIO DE PARNAMIRIM, A DORE RESISTIU A CONCORRENTES DE PESO DO MERCADO MUNDIAL. COMO O SENHOR OBSERVA ESSA RESISTÊNCIA?

Wolney: Acredito na capacidade de gestão dos diretores e a qualidade de trabalho dos colaboradores para manter durante todos esses anos o espaço no mercado.

JORNAL DO ESTADO: A EMPRESA É UMA DAS MAIORES GERADORAS DE EMPREGO E RENDA PARA O MUNICÍPIO DE PARNAMIRIM. COMO O SENHOR VER ESSE EMPREENDEDORISMO INDUSTRIAL?

Wolney: Vejo como prioridade, haja vista o empreendedorismo contribuir para o desenvolvimento econômico e social de uma cidade.

JORNAL DO ESTADO: A LUTA E A CAPACIDADE DE SOBREVIVER É UMA DAS PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS DE EMPRESAS SÓLIDAS. QUE CENÁRIO O SENHOR VER NO FUTURO DESSA CENTENÁRIA EMPRESA?

Wolney: Enxergo um futuro de mais crescimento, as ações da empresa estão sempre focadas na qualidade dos produtos e na necessidade de seus clientes.

JORNAL DO ESTADO: QUE TIPO DE POLÍTICA PÚBLICA É IMPORTANTE PARA FOMENTAR PROJETOS DE SUCESSO COMO ESSE?

Wolney: De um modo geral, percebo que a indústria e o comércio, buscam a cada dia novas ações de atendimento dos clientes, que estão cada dia mais exigentes, e que a pandemia nos trouxe diversas reflexões e novas formas de fazer negócio, que acredito que todos saíram fortalecidos .

JORNAL DO ESTADO: COMO O SENHOR OBERVA A QUESTÃO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO EM PARNAMIRIM?

Wolney: As políticas públicas devem sempre priorizar o empreendedorismo, através de um olhar diferenciado, de incentivo, de estímulo, para que o desenvolvimento, através de emprego e renda, seja uma constante.

JORNAL DO ESTADO: QUE SENTIMENTO O SENHOR GUARDA DESSA SUA PASSAGEM PELA DORE REFRIGERANTES?

Wolney: O sentimento de acolhimento e de que a indústria está mais viva do que nunca. Lembrei, ainda, da época em que meu pai, Jamilson França , também , industriário, trabalhou durante vários anos para o sustento de nossa família na indústria de botões Bonor.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.