Deputado Michael Diniz (SDD) defende reativação do aeroporto de Parnamirim para voos comerciais

Durante pronunciamento na Sessão Plenária de ontem (9), na Assembleia Legislativa, o deputado Michael Diniz (SDD) discursou em prol do retorno da utilização do aeroporto de Parnamirim para o transporte regular de passageiros. “Hoje eu quero prestar contas de uma viagem que fiz no dia 4, para Brasília, durante a qual visitei o secretário da ANAC, Ronei Glanzmann. Eu levei para ele um dos maiores erros de infraestrutura, não só do Nordeste, mas de todo o Brasil, que foi a retirada do nosso aeroporto de Parnamirim”, iniciou.

Segundo o parlamentar, a desativação ocorreu em 2014, durante o Governo do PT, trazendo um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão. “E esse valor pode se estender ainda mais. Além disso, nós perdemos 80% dos voos, desde 2014 para cá. E eu escuto direto reclamações com relação a distância, assaltos e preços altos. Por tudo isso, eu não vejo motivo algum para se manter o aeroporto vigente. É preciso reativar o aeroporto de Parnamirim”, argumentou.

Ainda de acordo com Michael Diniz, esse anseio não é só dele, mas de toda a população da Grande Natal.

“É quase um grito unânime. Não existe motivo algum para o aeroporto ter sido arrancado daqui, a não ser interesses partidários e privados. Nós tínhamos um aeroporto seguro, próximo ao litoral, histórico e que dava gosto de frequentar. E hoje nós perdemos nossas viagens para o Ceará e João Pessoa. Então, esse é um assunto de extrema importância econômica e social para o povo do RN como um todo”, disse.

Ao final do seu discurso, o deputado destacou que ficou muito triste ao saber que desde 2014 nenhum deputado estadual ou federal havia tomado a mesma iniciativa, além de propor soluções para a questão. “Portanto, a saída para a reativação seria, primeiramente, um estudo econômico. Isso eu já fiz e deixei na mesa da ANAC. Depois, se for preciso, nós deveríamos fazer um plebiscito, para que a vontade do povo prevaleça, porque é ele que deve ser consultado quando um gestor público vai decidir qualquer assunto”, finalizou.

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